A importância do correto Casqueamento em Equinos
A qualidade do casco está relacionada diretamente com quatro fatores que são a hereditariedade, nutrição, ambiente e casqueamento. É de extrema importância o acompanhamento do desenvolvimento do casco desde o primeiro mês de vida do eqüino. O correto manejo associado ao trabalho de um bom profissional que realize um correto casqueamento e ferrageamento respeitando as características da raça e a função do animal pode determinar o tempo de vida útil de um cavalo atleta.
O desequilíbrio dos cascos é um importante causador de claudicação em cavalos atletas, principalmente nos membros anteriores.
O casqueamento consiste na aparação dos cascos, restabelecendo o equilíbrio das estruturas que compõe a pata do cavalo. Uma vez casqueado e ferrageado corretamente o cavalo irá melhor seu desempenho.
O casqueamento também funciona como um método barato na prevenção de doenças musculoesqueléticas que geralmente acometem os cavalos submetidos a provas e trabalhos exaustivos. O ferrageamento é utilizado como método complementar na proteção dos cascos e em casos específicos na correção da andadura.
As causas mais comuns de claudicação em eqüinos estão relacionadas com alterações que envolvem principalmente os cascos dos membros anteriores. O casqueamento e o ferrageamento agem sobre o casco e membro proximal, influenciando a distribuição do peso sobre o membro, assim como as forças aplicadas sobre os ligamentos e tendões.
Cascos fracos geralmente se apresentam com rachaduras, quebradiços e com inabilidade para reter ferraduras. Desta forma podemos perceber que a nutrição animal também é um fator determinante na saúde dos cascos, pois deficiências nutricionais influenciam a taxa de crescimento e a resistência dos cascos.
A função do casco é amortecer e igualar as forças que ocorrem entre o casco e o solo. Quando essas forças não forem uniformes o suprimento sangüíneo estará comprometido e um remodelamento da falange distal acontecerá, bem como uma distorção na simetria do casco. Acredita-se que o casco cresce simetricamente quando o peso é distribuído igualmente sobre o membro.
Quando mantidos em baias, os cavalos passam a exigir cuidados especiais, principalmente relacionados aos cascos, pois a sujeira que se acumula nas baias, além da umidade excessiva são os maiores inimigos dos cascos. As afecções da ranilha são mais frequente quando ela fica em contato prolongado com a umidade, produtos químicos e ação de bactérias e fungos. Por isso recomenda-se a limpeza e inspeção dos cascos a cada dois dias.
Nem sempre os animais possuem uma conformação perfeita e desenvolvem problemas de aprumos que com o tempo podem se agravar. Por isso é necessário escolher bem o ferrador, pois este terá influência direta sobre o desempenho do cavalo.
Os cascos devem ser casqueados regularmente e quando ferrados deve-se respeitar o período de crescimento do mesmo sendo necessária a troca das ferraduras a cada quatro ou cinco semanas de acordo com a necessidade. Com o comprimento excessivo do casco a ferradura fica deslocada cranialmente sem proporcionar um suporte adequado dos talões o que além de predispor a contração dos talões, diminui a capacidade de absorção do impacto.
A má distribuição da força de impacto com o solo e o aumento da carga sobre um dos talões pode predispor o casco à dor, hematomas subsolares, rachaduras nos quartos e talões, fraturas de casco, osteíte podal, fissuras na base da ranilha e infecções. O Casqueamento é uma maneira de prevenir o aparecimento dessas lesões.
As correções devem ser feitas na pinças, assim mudando a ponta de quebra, sem mudar o apoio dos talões. Ao mudar a direção do ponto de quebra, é possível mudar a direção do crescimento.
A escolha da ferradura adequada é essencial para acomodar as diferenças de trabalho, piso e clima a que são submetidos os cavalos atletas. O ferrageamento corretivo é usado na administração de deformidades de membros anteriores e posteriores distribuindo o peso e melhorando a movimentação do animal e consequentemente aumentando seu desempenho.
fonte: Saline Santos dos Santos
REZA FORTE
Reza forte a de ocês,
que implicou melhora e sorte.....
Minha prenda ,outra vez
tá em casa...E olha o porte!!!!!
Se desmanivrou dos home.
Se saiu com galhardia.
Tirou dez em cada exame.
Tá de novo uma guria.
Na verdade eu exagero
ao falar do seu estado,
mas Norah, p’ra ser sincero,
já driblou o mau-olhado.
Volta as lides como antes
a comandar, lá da cama,
todo o mundo...Té os distantes.
Só dos netos não reclama.
Tá com a voz ainda triste.
Ainda um pouco ofegante.
Tá comendo poco alpiste.,
mas tá linda e elegante.
Acho que ela recupera
todo ardor esfusiante,
já que nela não se altera
o tom doce e cativante.
Enfim nós agradecemos
o interesse do conjunto
e a fé que todos nos temos
a rezar e a rezar juntos.
Rezo eu, reza quem pode
que o rezar é um forte rito.
que de nós, assim,sacode
o mal que se estava inscrito.
Na verdade, tá novinha.
Ta brilhando feito folha
de parreira que à vinha
guarda a uva e dá escolha
as mãos que colhem os cachos
que se transformam nos vinhos
das damas e cá dos machos
que os sorvem com seus vizinhos..
E a la grá cria tchê ! Xo brega !
É faca... É faca na bota!
Guria que não se entrega.
Se quebra, mas não se entorta.
É isto ai minha gente
les agradeço no mas
aos que, como eu,menos crente
e aos que acreditam mais.
Les agradeço,repito
E a voz vem do fundo d’alma.
De obrigado é o meu grito
que “de inojos” vai as palmas.
E há um tisco de egoismo
na minha felicidade,
pois le invejo o estoicismo,
que le acompanha na idade,
pois,de alma franca e faceira
se veio assim pela vida,
e sendo sempre a primeira
a me lembrar que na lida
não me bastasse co’o empate.
Que me preferia morto
do que buscando arremates
em troca de algum conforto.
Le devo tudo o que sou.
Le devo tudo o que tenho.
E se não sei pr’onde vou
nunca esqueci d’onde venho
O MANEJO DA RAÇÃO
Algumas dicas para um bom armazenamento e manutenção de sua ração:
* Compre ração para no máximo 30 dias, se você tiver uma boa condição de armazenamento. Senão, compre sempre a cada 15 dias;
* Os sacos devem ficar longe do chão, em estrados, longe das paredes e longe do teto do quartinho;
* Não misture a sacaria de ração com sacos de adubo, sacos de venenos, etc.;
* Venenos de ratos devem ser colocados ao redor do quartinho. Evite colocar dentro do mesmo quartinho;
* Abra 1 saco por vez, acabe com este saco e abra outro;
* Não deixe ração no carrinho após o trato dos cavalos. Volte-a para o saco;
* Cuidado com os silos ou tonéis de armazenamento. As rações muito meladas podem embolorar com o tempo caso fiquem dentro por muito tempo;
* Cuide das goteiras do quartinho como cuida das goteiras de sua casa...
fonte: Aluisio Marins
O que é um cavalo Crioulo?
O cavalo crioulo é o que sofreu uma seleção natural da natureza. Carrega consigo uma carga maior de rusticidade em comparação aos outros. Por ser mais forte, é mais difícil de adquirir alguma doença.
Fonte:Inema |
cuidados com os cavalos crioulos
O cavalo crioulo, por ser um animal reconhecidamente "campestre", que trabalha na lida do campo tanto quanto o gado, não precisa de muitos cuidados. É um tipo de cavalo que foi adaptado aos serviços das estâncias. |
CRIOULO
Paralelamente as criações, alguns que foram se perdendo da comitiva de Cabeza de Vaca durante as suas campanhas na região passaram a se criar livremente nas planícies do conesul do continente americano, vivendo em estado selvagem por cerca de quatro séculos. Nesse período, as duras condições do clima acabaram criando, através da seleção natural, uma raça extremamente resistente a alta amplitude térmica, quanto à seca e à falta de alimento.
Assim como os mustangues norte-americanos, os animais que deram origem à raça crioula eram caçados e domados tanto pelos índios cavaleiros, os charruas, quanto pelos estancieiros.
Atualmente, a raça crioula está espalhada por todo o Brasil, mas especialmente no Rio Grande do Sul, onde está o principal símbolo da raça, os descendentes de La Invernada Hornero, de Uruguaiana.
Doenças do Sistema Musculoesquelético
A claudicação ou manqueira é geralmente o primeiro indício de que uma lesão está presente seja ela em função da dor ou impedimento mecânico. Qualquer sinal de mudança no comportamento animal deve ser considerado pois, muitas vezes é possível diagnosticar o problema no início aumentando as chances de recuperação.. As lesões mais comumente encontradas são fraturas por choque ou sobrecarga, tendinite dos tendões flexores digital superficial e profundo, fragmentos ósseos intra-articulares, dentre outras.
Sempre que for identificado algum sinal de lesão é essencial tomar as medidas necessárias para controlar a evolução do caso evitando assim que o problema torne-se crônico e às vezes irreversível.
Deve-se sempre priorizar a prevenção que consiste desde uma alimentação balanceada até medidas fisioterápicas ao termino do exercício. Também é comum na prática veterinária o uso de antiinflamatórios, mas vale ressaltar que os mesmos devem ser utilizados com responsabilidade e obedecendo critérios como dosagens e tempo de utilização, caso contrário o uso indiscriminado dos antiinflamatórios pode ocasionar problemas em outros sistemas.
Os proprietários, treinadores e médicos veterinários devem sempre estar atentos e informados quanto a tudo que diz respeito às características e comportamento individual dos animais, pois geralmente as doenças do sistema musculoesquelético são multifatoriais.
Considerando o tipo de exercício executado pelos animais da raça Crioula nas provas funcionais ou quando são utilizados no serviço em fazendas sugere-se que as possíveis causas de claudicação são as artrites precoces de jarrete, síndrome do navicular e fratura de quartela.
Alterações conformacionais dos membros em potros recebem especial atenção, pois alguns casos podem ser solucionados desde que seja diagnosticado cedo o que permitirá o estudo da melhor técnica de correção a ser utilizada.
Dentre as principais lesões relacionadas ao sistema musculoesquelético podem-se citar as exostoses mediais devido ao choque dos cascos no segundo e terceiro metacarpianos ao realizarem giros rápidos, paradas bruscas e alterações abruptas de direção, as exostoses laterais devido à sobrecarga de peso no quarto metacarpiano. Dores musculares também estão presentes associadas ao excesso de exercício, alterações nutricionais, falta de alongamento e secundariamente a outras lesões. As estruturas tendíneas também são freqüentemente acometidas por lesões inflamatórias que comprometem a função do animal devido à dor contínua. Quando esse tipo de lesão não recebe a devida importância ocorre comprometimento importante das estruturas e dependendo do caso o tratamento é demorado (meses a anos) e, consequentemente é preciso maior investimento financeiro ou ainda o quadro torna-se irreversível.
Sinais como a claudicação, dor à palpação local, aumento de volume e temperatura, posicionamento irregular em repouso e mudanças comportamentais como agressividade ou recusa ao exercício são dados importantes que auxiliam no diagnostico de lesões musculoesqueléticas. O uso de recursos como o ultrassom, termógrafo e das radiografias permitem um diagnóstico mais preciso quanto ao grau, tipo e localização da lesão.
Atualmente, as possibilidades terapêuticas têm sido aprimoradas de acordo com a função do cavalo, tipo de lesão e gravidade da mesma, assim como dos recursos financeiros disponibilizados pelo proprietário.
A combinação terapêutica muitas vezes permite a completa recuperação do animal desde que o tratamento seja seguido corretamente, assim como as recomendações do Médico Veterinário em relação aos períodos de repouso e retorno gradual às atividades.
Cada animal deve ser avaliado levando em consideração suas características individuais, para assim determinar o melhor tratamento.
O tratamento inicial, geralmente consiste na administração de antiinflamatórios tópicos e/ou sistêmicos. A utilização de técnicas de fisioterapia ou até mesmo correção cirúrgica são necessárias nos casos mais complicados. Falando-se de fisioterapia podemos destacar as técnicas de ultrassom e laser terapêutico que podem ser utilizados para diminuir a dor e a inflamação local.
Também se pode utilizar o ferrageamento corretivo que muitas vezes é o suficiente para solucionar o problema.
Os sábios já diziam: “melhor prevenir do que remediar”. Acreditando neste pensamento recomendo sempre cautela aos treinadores de cavalo quanto ao grau de esforço aplicado no cavalo atleta, respeitando sempre o limite individual de cada animal.
Quando se obtem conhecimento sobre a predisposição das principais lesões ocasionadas pelo treinamento é possível aplicar técnicas de terapia preventiva como a crioterapia que nada mais é do que a aplicação de gelo por não mais que vinte minutos principalmente na região dos tendões atenuando os sinais de inflamação pós-exercício.
Sem dúvida a principal forma e mais efetiva de prevenção no caso das doenças de ordem musculoesqueléticas são o casqueamento e ferrageamento bem realizados.
Luciane Silveira Arts
Hino Rio Grandense
Como aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o vinte de setembro
O precursor da liberdade
Refrão
Mostremos valor e constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
De modelo a toda terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
II.
Mas não basta pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo
Refrão
Mostremos valor e constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
De modelo a toda terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
O Hino Rio-Grandense é o hino oficial do estado do Rio Grande do Sul. Tem letra de Francisco Pinto da Fontoura, música de Comendador Maestro Joaquim José Mendanha e harmonização de Antônio Corte Real. A obra original possuía uma estrofe que foi suprimida, além de uma repetição do estribilho, pelo mesmo dispositivo legal que a oficializou como hino do estado - A lei nº 5.213, de 5 de Janeiro de 1966.
Como encilhar um cavalo?
Entrevista de Pablo para o Programa Brasil RS na TVE RS.
Confira outros vídeos no Brasil RS - Turismo e Desenvolvimento:
http://www.youtube.com/user/BrasilRS00
Ou assista os vídeos direto nos programas exibidos na TVE do Rio Grande do Sul, na íntegra em:
http://www.youtube.com/user/s05produtosespeciais
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Entrevista TVE -RS - Cavalgadas e Acampamentos
Entrevista de Edmilson dada ao Programa Brasil Rs na TVE RS contando as camperiadas de amigos que curtem a vida no campo como um hobby.
Mais em: http://www.youtube.com/user/BrasilRS00?gl=BR&hl=pt#p/u/6/9rQL0btsH1E
Confira outros vídeos no Brasil RS - Turismo e Desenvolvimento:
http://www.youtube.com/user/BrasilRS00
Joca Martins conta viagem p o Brasil RS - TVE
Confira outros vídeos no Brasil RS - Turismo e Desenvolvimento:
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Função
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O guerreiro no lombo do cavalo e no descanso dos pelegos
Estes heróis de bastidores merecem sempre o respeito e a admiração!
Na história da Cabanha La Madre, um destes heróis se destaca, e, a ele nossa homenagem:
Esses campeiros que todo dia encilham baios em comunhões
Deixam na terra marcas de cascos andejam campos nas serrações
Batendo a marca pelas estradas onde se perdem imensidões
Buscam na fonte de água boa matar a sede dessas paixões
Só mesmo o tempo que apaga sonhos e mostra à vida suas razões
Traz sem a pressa sem que se peça um sonho novo aos corações
E quando a lida lhes cobra força sentam suas garras em redomões
Rangendo bastos a campo fora gastam esporas pelos fundões
Esses campeiros que todo dia trocam suas vidas por ilusões
Floreando baios gastando esporas merecem mais que simples canções
Amontam potros, baguais, ventenas honrando a força dos seus garrões
E se sustentam no tirador soltando armada nas marcações
E cai a tarde por entre os cerros maragateando as amplidões
E cevam mates de erva buena contam histórias pelos galpões
E lembram versos e cantorias na parceria dos violões
As mãos campeiras semeiam notas por entre as primas e os bordões
A mesma noite que traz os medos e os segredos de assombrações
Acende estrelas e olhos lindos brilhando tantas constelações



































